Parabéns especial a nossa equipe de mulheres poderosas e amorosas, Adriana Dezotti Fernandes, Juliana Bovo e Patrícia Lopes, minha homenagem a vocês, por sermos instrumentos de propagação de amor.
E um mais do que especial a minha mãe, grande mulher guerreira, por ter sido mãe-pai-professora-amiga, por ter me amamentado (e também foi ama de leite...UAU). Exemplo de força e luta, TE AMO.
E as minhas amigas, parabéns lindas mulheres, felicidades nesse dia mágico.
OS DESAFIOS DA MULHER MODERNA
Acompanhando alguns fóruns, debates e estudos relacionados ao mercado feminino é possível perceber que as mulheres estão na fase final da multi-tarefas, um momento de transição que será regido por uma nova etapa – o da escolha.
A mulher galgou por novos desafios, assumiu novos papéis e em muitos casos tudo isto foi somado a sua tarefa de mãe, dona de casa e esposa. O que para muitas destas não trouxe a felicidade plena tão buscada pelo sexo feminino, pois a missão de administrar todos os interesses nem sempre foi satisfatória, deixando de cumprir bem muitos deles. E aí veio a culpa por não ser perfeita.
Atualmente, a culpa faz parte de muitas mulheres por sentirem que chegaram onde sempre quiseram estar – ascensão de carreira, principalmente, mas não conseguem acompanhar seus filhos na educação integral. Ou ao contrário, mulheres que sempre cuidaram de sua prole e se culpam por não terem dedicado mais tempo para sua carreira. Ou ainda, as multi-tarefas que estamos falando que não deram conta nem das crianças, tão pouco da carreira. E outros tantos exemplos de culpa feminina, onde a busca era por serem perfeitas.
As possibilidades para a mulher atual são diversas. Resta a ela saber o que mais importa para si e para sua família, sem abrir mão do que quer alcançar.
O autoconhecimento é crucial nesta nova jornada do poder feminino. É preciso fazer escolhas! É necessário ter crítica e pensar o que no futuro pesará na balança.
A principal diferença entre a mulher de gerações anteriores e a da mulher da próxima etapa é que esta terá autonomia nas suas escolhas, e contará com a multiplicidade de possibilidades. Já a do passado, ou ela aderia a um padrão pré-existente ou tornava-se rebelde.
Hoje, ainda existem muitos tabus, crenças e mitos a serem quebrados, mas as escolhas serão melhores entendidas por todos, pois ela conseguiu assumir diferentes papéis, mas está aprendendo com quais deles mais se identifica. E ainda, como abdicar de alguns, pois não são mulheres maravilhas. Só que esta fase precisa ser curta, pois a sociedade está esperando pela mulher das possibilidades, das escolhas.
Já vemos alguns sinais da evolução desta etapa de transição quando, por exemplo, presenciamos uma mulher assumir que nasceu para ser dona de casa, para ser mãe, que não quer ter filhos, ou que quer ser diretora de uma grande empresa, por exemplo.
A fase de escolhas não é necessariamente optar por uma única atividade para ser exercida, mas sim dar pesos para cada uma delas que realmente queiram assumir. E nesta fase, deixar outras tantas não será sacrifício e sim escolhas que todas teremos que fazer.

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